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Quantos anos você tem de casamento?


Você já teve a experiência de chegar em casa, no dia do aniversário de casamento e por tantos problemas e trabalho, esquecer da data ou de comemorar com seu cônjuge? Pior do que esquecer, você já marcou algum outro compromisso justamente neste dia? A data não pode de nenhuma maneira, ser esquecida ou até mesmo ignorada. A quem diga que isso só vale para os primeiros anos de casamento... Até concordo se estivermos falando dos primeiros cem anos. Renovar anualmente os votos de “Eu te amo”, “foi bom te conhecer”, “você é tudo para mim”, “não sei viver sem você”... é fundamental para a sobrevivência do casamento.
Não deixe a rotina nortear seu casamento, fazendo com que você esqueça de comemorar, cada ano, ao lado de seu cônjuge.
Para não mais esquecer e fazer aquela média, abaixo todas as “bodas” para você chegar e dizer: Trago pérolas para comemorarmos os nossos 30 anos... Mas cuidado, em alguns casos não fica bem, como por exemplo: Trago palha para comemorarmos os nossos 23 anos...
O casamento é uma instituição divina.
Deixe Deus dirigir seu casamento!

Justificativas para nossas fraquezas


“Muitas vezes procuramos nos outros justificativas para nossas fraquezas”
Acordei um dia com esta frase na cabeça e fiquei pensando que mensagem poderia escrever...

Você já parou para pensar que muitas pessoas reclamam da igreja, mas geralmente não fazem nada? Muitos não dão o dízimo por não concordarem com a política da igreja com relação aos investimentos, ou seja, comprar um terreno, um carro e etc. Outros acham que o pastor ganha bem e por isso, em protesto, deixam de ir à igreja. A quem deixa de ir aos cultos semanais, por não concordarem com o tipo de direção. A verdade é que alguns usam isso como motivo para justificar suas fraquezas, ou seja, para quê dar o dízimo se ele pode ficar com todo o salário? Para quê ir a igreja, se posso ficar em casa descansando? Para quê ir aos cultos durante a semana, se posso ficar em casa vendo novela ou futebol na Globo?

Férias! Mas não de Deus...

Mês de Janeiro é esperado por diversas pessoas, já que muitos aproveitam para tirar a esperada férias. É excelente para quem pode sair, curtir a vida, como dizem os mais jovens, conhecer lugares novos, pessoas diferentes e muito mais. Quando em família então, nem se fala, são momentos que marcam para sempre.

Férias é momento de relaxar, esquecer o estresse do dia-a-dia, deixar a rotina de lado e se divertir, recarregando as baterias para mais um ano.

Apenas um sorriso


Uma doença grave foi diagnosticada em uma criança de apenas 10 anos de idade. O médico chamou seus pais e muito preocupado disse que a possibilidade de cura era possível, desde que, seis pessoas dessem um sorriso voluntário para seu filho nas ultimas três horas. Não importava o lugar, o horário e nem idade, bastava apenas sorrir para ela. Preocupados com aquele diagnóstico começaram a pensar no que fazer... “São seis pessoas sorrindo voluntariamente para meu filho de apenas 10 anos de idade”, repetiu o pai insistindo na dificuldade em salvar seu filho.

Um presente inesperado!

Alguns anos atrás, no exercício de minha profissão, ajudei um determinado cliente a resolver um problema na agência bancária em que estava. Feliz com o atendimento prestado, o cliente disse que me daria um presente. Presente é algo que todos gostamos de ganhar, mas passei para ele que não houve de minha parte nenhum intuito em resolver o seu problema visando algo em troca. Mesmo assim ele insistiu e disse que seria um presente especial, ou seja, seria algo fabricado pela própria empresa.

A Importância do testemunho

Um missionário chegou a sua nova igreja e começou a falar do amor de Deus para todos que ali estavam naquela cidade. Um homem em especial chamou a atenção, pois ao ser questionado a aceitar Jesus, ele disse: Primeiro vou ler um livro e depois digo ao senhor se aceito ou não este Jesus. Despertou a curiosidade naquele missionário, procurando saber que livro seria este? Mas aquele homem não deu nenhuma pista e restou-lhe apenas aguardar.
Depois de alguns meses

Uma pedra no caminho


Um garimpeiro saiu a garimpar em um lugar bem distante de sua casa. Quando lá chegou, viu uma pedra próximo ao rio e olhando, deixou de lado, era bruta e com aparência feia.

Outro garimpeiro achou a mesma pedra, olhou, pegou, e sem qualquer interesse jogou para bem longe.

Depois de alguns dias, veio outro garimpeiro e no caminho, achou a mesma pedra; olhou, pegou e apesar de sua aparência bruta e pensando que tratava-se de uma pedra sem qualquer valor financeiro,

A Planta


Uma jovem estava passando próximo a uma floricultura, quando viu um vaso com uma planta seca. Perguntou ao vendedor o preço daquela planta e o mesmo disse que ela poderia levar, já que ele jogaria fora. Imediatamente ela pegou e levou para sua casa e começou a cuidar daquela pequena planta.

Foram dias trocando a terra, colocando remédios, água, sol, todos os cuidados necessários e mais amor.

Bolo de morango

Pode até parecer uma receita de natal, mas não é. Quando pequeno, tinha uma tremenda curiosidade de sentir o gosto de um morango. Assisti diversas vezes uma propaganda na televisão, de creme de leite e morango e parecia ser coisa do primeiro mundo. Naquela época o morango não se comprava na esquina, como hoje. Um dia, ainda na minha infância,  fui chamado para uma festa de uma prima e quando lá cheguei, o bolo era de morango! Legal! Pensei... E tinha cada morango...
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