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ESA usará câmera com 1 bilhão de pixels para examinar Via Láctea

A ESA, Agência Espacial Europeia, usará uma câmera com resolução de 1 bilhão de pixels para examinar a Via Láctea e galáxias vizinhas. Chamado de "Galaxy-mapping Gaia Mission", o projeto se iniciará em 2013 e terá uma duração de 5 anos.

106 dispositivos de detecção eletrônicos foram agrupados para que a missão seja possível. Com o objetivo de detectar estrelas com luminosidade 1 milhão de vezes inferior ao que se pode enxergar a olho nu daqui da Terra, os dispositivos consistem em um ‘olho’ supersensível. Com essa detecção, será possível determinar características espectrais, brilho, posição e movimentos em 3D das estrelas.

Síndrome da mão alheia - A mulher que é atacada pela própria mão

Consegue imaginar-se a ser agredido por uma das suas mãos? Ou a ter de "lutar" com a vontade própria de uma das suas pernas? Foi o que aconteceu a uma mulher britânica, que sofre do "Síndrome da Mão Alheia" 

A história de Karen Byrne, de 55 anos, foi contada no programa da série da BBC "The Brain", que foi ao ar na última quinta-feira. Aos 27 anos, a britânica foi submetida a uma operação que visava controlar a epilepsia de que sofria desde os 10 anos.

"Mochila voadora" pode virar realidade

O desenvolvedor Glenn Martin, que vem trabalhando há 30 anos em uma máquina de voar, similar a um Jetpack , ou uma 'mochila voadora', pretende torná-la disponível ao mercado em 2012, segundo o jornal inglês Telegraph.

A 'mochila voadora' usa ventiladores canalizados ao invés de jatos e custa em torno de US$ 100 mil. De acordo com o jornal, o Jetpack está pronto para fabricação, depois que fez seu primeiro voo de testes, no dia 21 de maio de 2011, usando um piloto fictício. A máquina foi controlada por um aparelho a 1.500 metros de altura.

Mosca da fruta “nada no ar”

Descoberta pode inspirar novos projetos de carros voadores
 
Um estudo sobre o voo da mosca da fruta, publicado na “Physical Review Letters”, revelou que a forma de voar destes insetos não tem “praticamente nada a ver” com "modo padrão" deste movimento, em que as asas são flexionadas na vertical, de baixo para cima e vice-versa.

Os investigadores constataram que as suas asas movem-se na horizontal, num movimento que se assemelha muito mais ao nado de animais aquáticos, sendo esta a primeira demonstração de voadores que usam o arrasto para gerar propulsão.

Veneno de escorpião poderá ser utilizado como inseticida

Equipe da Universidade de Michigan estudou o Scorpio maurus

Escorpião dourado foi a espécie utilizada nas investigações. Devido ao seu veneno que pode ser mortal, o escorpião tem sido um animal temido. Agora, um grupo de cientistas descobriu que esse mesmo veneno pode desempenhar um papel essencial para a prevenção de pragas nas plantas, substituindo os atuais pesticidas químicos.

O neurobiólogo e toxicólogo Ke Dong, da Universidade de Michigan, dirige a equipa que publica esta semana os resultados dos seus estudos no «Journal of Biological Chemistry». 

Cérebro cansado pode adormecer por uma fração de segundo

Há dias em que não nos lembramos de onde deixamos as chaves ou os óculos, mas será distracção, esquecimento ou apenas um sinal de que estamos a precisar de dormir? Segundo a conclusão de um estudo, realizado na Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), feito com ratos, o cérebro cansado pode adormecer por uma fracção de segundo, mesmo que esteja a funcionar activamente.

O estudo, publicado na revista britânica «Nature» refere que o sono afecta parte do nosso cérebro. As consequências podem ser perigosas dependendo da tarefa que determinado indivíduo estiver a desempenhar. Antes da fadiga se manifestar, o cérebro poderá dar sinais que indicam que “o mais aconselhável será interromper certas actividades que exijam um estado alerta", avançam os investigadores da equipa de estudo.

Formigas formam jangada para evitar inundações

As formigas formam níveis avançados de sociedade, por terem a fama de práticas e cooperativas. Um estudo desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta (EUA) – recentemente publicado na revista «Proceedings of the National Academy of Sciences» (PNAS) –, corrobora a capacidade de organização social destes insetos.

As formigas de fogo ('Solenopsis invicta') podem unir-se entre si para formar uma plataforma resistente à água, agrupando-se de forma a criar uma espécie de jangada na qual se deslocam e que lhes permite sobreviver a inundações.
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